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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2012

Tasca República, S. Bento

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Bem, já perdi conta ao número de vezes em que ou não havia plano de onde ir jantar ou acabei a comer num local bem diferente do que estava a pensar. Por esta frase introdutória, já deu para perceber que a ida à Tasca República não estava nos planos, bem longe disso, mas desta vez a situação foi bem mais gravosa, no sentido económico da questão. 
A história começou com um jantar a custo zero, onde o catch era a movimentação para os subúrbios [esse local onde alguns lisboetas têm medo de entrar e nunca mais sair :-)], depois evoluiu para uma qualquer cadeia de comida rápida, para minimizar os custos, mas rapidamente se passou para uma visita ao Frei Contente, para matar saudades do bacalhau com broa :-), e, já à porta do dito, demos meia volta e fomos até à Tasca República, que era já ali e andávamos para lá ir à resmas de tempo. Portanto passámos dos zero aos 100, num curto espaço de tempo. Bem o mais correcto é dizer que passámos dos 0 aos 23€ num ápice, apenas tendo noção da tragédia …

Bonjardim, Portas de Stº Antão

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O Bonjardim faz parte das minhas memórias de infância, quando ainda não havia dois na mesma ruela e era realmente necessário estar com atenção para dar com ele. Belos passeios pela Avenida da Liberdade e pela Baixa que acabaram comigo a comer os belos frangos do Bonjardim [até serem substituídos pelos hambúrgueres do Abracadabra :-)]. Mas, apesar do mundo ser composto de mudança e obstáculos, o Bonjardim tem conseguido lidar com as adversidades dos tempos e não só mantém as portas abertas, como se expandiu dentro da mesma rua.



Em termos de aspecto, é o esperado num restaurante tipicamente português e dado ao churrasco. Mas não é para apreciar uma decoração toda pipi, feita por um decorador xpto, que se vai a um restaurante típico mas sim para comer bem e português. E há lá prato mais português que um belo frango de churrasco com batata frita? O único inconveniente de se comer frango assado é que este não tem quatro pernas, tornando as refeições em batalhas sangrentas pela cobiçada coxa…

Olivier Avenida, Lisboa

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Não, não estão a ler mal o título do post. Sim, é esse mesmo. O tal que custa os olhinhos da cara. E sim, ainda estamos [estou] em crise económica e não, não ganhei o euromilhões [mas gostava!]. Então como consegui ir jantar ao Olivier sem perder nenhum órgão vital, vender a alma ao diabo ou praticar actos de bolinha vermelha? Infelizmente não posso revelar pormenores [o segredo é a alma do negócio] mas garanto, pela alminha do meu cão Jeremias, que não só não paguei pela refeição como ainda consegui arrastar a sininho comigo, que estranhamente não ofereceu grande resistência :-)

Ainda tentei ver se conseguia passar este jantar como prenda de aniversário da sininho mas (infelizmente) ela não foi na cantiga... snif snif
A decoração é a esperada neste género de restaurantes, desde os lustres aos sofás, passando pelo papel de parede, tudo transpira sofisticação e pessoas de certo status (e idade). Não me enquadro muito no género de restaurante, nem que seja porque o meu estado basal é cal…

Café do Monte, Graça

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Em 2009, comecei um post sobre miradouros e seus cafés mas, como acontece com alguns livros, nunca cheguei a acabar... nevertheless julgo que foi pelo melhor :-) assim em vez de ter um longo e chato post sobre os milhares de cafés que ficam em miradouros [ou pelo menos perto de], pois isto de viver numa cidade com pantilhões de colinas não pode só ter coisas más (como tudo ficar no cimo de uma rua inclinada...), realmente permite-nos ter vistas panorâmicas para todos os gostos [mais rio, menos rio, mais Lisboa, menos Lisboa, mais Lisnave, menos Lisnave].
Desta vez, as atenções recaíram sobre Miradouro de Nossa Senhora do Monte e sobre um café escondido nas ruas junto a este miradouro, o Café do Monte. Os miradouros são como os filhos, [segundo dizem] gosta-se de todos por igual mas existe sempre algum que se gosta um bocadinho mais. Este miradouro é, para mim, esse tal "filho". Caiu-me no goto, muito porque permite ter uma perspectiva de Lisboa e, especialmente, do Castelo d…